sexta-feira, 24 de março de 2017

Conto "VAMPYR" em "VAMPIRO: UM LIVRO COLABORATIVO"


A Editora Empíreo, impiedosa como sempre com os leitores que já não têm mais onde guardar seus livros (como também é o meu caso), está preparando um novo projeto cruel: uma antologia com quarenta textos macabros em homenagem aos 120 anos do lançamento de Drácula, do Bram Stocker. Em "Vampiro: um livro colaborativo", participarei com o conto "VAMPY a história sem verbos de uma eterna existência sem vida", uma narrativa no mínimo singular.

quarta-feira, 22 de março de 2017

BLACK SABBATH NUNCA É DEMAIS: demo de 1969 com músicas pouco conhecidas da banda

Dois covers que o Black Sabbath fez de músicas da banda de Norman Haines em 1969, quando o grupo de Ozzy Osbourne e Tony Iommi ainda era conhecido como "Earth".

segunda-feira, 6 de março de 2017

Os 18 melhores filmes do mundo – Parte 3


Este blog, mais do que uma simples via de comunicação entre mim e vocês, amigos leitores, é, para este estranho ser que atende pelo nome de Melvin Menoviks, uma espécie de diário virtual em que transcrevo, por meio de palavras, imagens e jogos de linguagem, um pequeno pedaço da minha personalidade.

Esse íntimo compartilhamento de pensamentos, sentimentos, preferências e visões-de-mundo, embora quase sempre se dê em forma de enigma, é invariavelmente sincero e personalíssimo. Por isso, quando faço listas de preferências, como a que segue abaixo, não tenho o intuito de apresentar um rol fixo de filmes superiores a todos os demais ou sequer colacionar títulos representativos de um ou outro estilo que mais agrade a determinado público. Minha intenção é manifestamente outra: quero, apenas, registrar alguns bons filmes  em sua maioria, filmes extraordinários  que, em determinado momento da minha vida, causaram-me tamanho impacto que puderam ser classificados como os "melhores do mundo".

sexta-feira, 3 de março de 2017

Ficção?


Seria a ficção um relatório cifrado, talvez até de modo inconsciente, da relação entre o autor e o mundo pelo qual ele caminha?

sábado, 21 de janeiro de 2017

COMO ESCREVER? (OU: POR QUE ESCREVER?)


COMO ESCREVER? (OU: POR QUE ESCREVER?)
“Não há nada pior do que dar longas pernas para pequenas ideias” – Machado de Assis
Toda experiência, por menor que seja, traz consigo algum tipo de aprendizagem que reflete, em certo grau, uma sabedoria muito maior do que a própria experiência que lhe deu causa: uma sabedoria infinita que nos transcende e da qual só temos acesso parcial por meio de associações, representações, inferências e metáforas. Essa aprendizagem, contudo, filtrada e destilada não só pela razão, mas, principalmente, pelas nossas vivências, pelo nosso temperamento e por tudo aquilo que nos faz seres animados e racionais, precisa de estímulo para se desenvolver e tempo para se consolidar, funcionando da mesma maneira que uma semente plantada no solo invisível que é o nosso espírito. Assim, não seria exagero manter a analogia afirmando que esse estímulo e esse tempo são, respectivamente, os nutrientes e a irrigação que condicionam o crescimento da semente: são os fatores imprescindíveis para a maturação da aprendizagem, mas que, por comodismo, desatenção ou simples desinteresse, nem sempre permitimos que existam, deixando de estimular o estímulo ou de dar tempo ao tempo, como sugere a sabedoria popular.

Outros motivos


Certa vez, neste link, eu disse que "escrevo por três motivos fundamentais: o primeiro é brincar com o estilo. O segundo é vasculhar estados de consciência. O terceiro eu não sei qual é".

Meu amigo Luciano Otaciano comentou que, para ele, escrever proporciona uma sensação indescritível de liberdade, "igual a um acorrentado que se livra das malditas correntes".

De minha parte, acho belíssimo o ideal de buscar a liberdade plena por meio da literatura, e admiro quem o faz, pois esse é um caminho esplêndido. Confesso, entretanto, – e confesso não sem o receio daquele que caminha por perigoso terreno desconhecido tentando traçar um mapa – que, para mim, a questão assume nuances mais complexas e tormentosas.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

FILMES QUE PERTURBARAM ATÉ A MIM

Alguns dias atrás, fui marcado no facebook pela minha amiga Andressa Mendes para participar de uma corrente cujo objetivo era elaborar uma lista com os cinco filmes que mais nos perturbaram. Aproveitando a deixa, resolvi fazer uma publicação aqui no blog com alguns breves comentários a respeito desses tais filmes que feriram meu cérebro como ferro em brasa.

Na lista que segue abaixo, procurei fugir de títulos óbvios, como Terror sem Limites (A Serbian Movie), Holocausto Canibal, Subconscious Cruelty, Guinea Pig, Faces da Morte, August Undergroud Mordum, Slaughtered Vomit Dolls e congêneres. Isso porque, apesar de tais filmes serem quase revoltantes de tão violentos, eles estão em praticamente todas as listas sobre filmes com violência extrema, de modo que são velhos conhecidos dos aficionados por representações gráficas de mutilações, decapitações, esquartejamentos e outras barbaridades mais. Procurei, então, criar uma lista mais pessoal, com filmes que, embora não sejam tão escatológicos quanto os acima citados, foram capazes de me marcar para sempre com a aflição e a inquietação nervosa que provocaram em mim.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Sobre as palavras

Ao escrever, devemos estar cientes de que as palavras sabem mais do que qualquer um de nós. Cada palavra – e, por conseguinte, a própria Língua – possui uma história que é inerente à sua essência: uma história longa, rica, difusa e multifacetada, carregada de significações, símbolos, interpretações e magia. Por isso, como se estivéssemos diante de verdadeiros deuses ancestrais, devemos respeitá-las, dar-lhes valor, estudá-las, tratá-las com a devida reverência.

sábado, 26 de novembro de 2016

Músicas baseadas em livros de terror – ESPECIAL LOVECRAFT


Howard Phillips Lovecraft é, ao lado de Poe, o mais influente – e, talvez, o melhor – escritor de ficção de horror de todos os tempos. Além de escritores, a obra deste gênio da literatura e da imaginação inspirou artistas de outras áreas, como quadrinistas, ilustradores, pintores, cineastas, criadores de jogos de video-game e... músicos!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

NÃO LEIA A CAIXA DE NATASHA DURANTE A NOITE – O relato de uma leitora

Quando abri meu facebook no dia 04 de outubro de 2016, fui recebido com o impacto carinhoso de um texto da leitora Marielle Polli a respeito do meu livro A Caixa de Natasha e outras histórias de horror. O texto me deixou tão emocionado que tive de pedir permissão à Marielle para transcrevê-lo aqui no blog.

Como ela permitiu e ficou cheia de entusiasmo, eis aqui o texto: